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Acordo com INSS pode injetar R$ 7 bi no Amazonas

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Foto divulgação

Manaus- AM- Na manhã de segunda-feira, 2 de outubro, o presidente da Associação Amazonense de Municípios (AAM), João Campelo, assinou junto ao Instituto Nacional de Seguro social (INSS) um termo de cooperação técnica para levar o programa INSS Digital para todo o Interior. A medida deve injetar R$ 7 bilhões na economia do Estado nos próximos três anos.

“Nossa meta é que pelo menos vinte agencias do INSS Digital comecem a funcionar no interior até o final deste ano. Esse número vai aumentar gradativamente e em 2020,podemos gerar recursos de até R$ 150 milhões por mês para os municípios”, explicou João Campelo.

De acordo com o presidente, em pleno funcionamento, além do incremento na economia, o programa ainda pode gerar 100 mil empregos em todo o Estado. 

Para o gerente executivo do INSS Amazonas, Clizares Santana, a medida é uma inovação e um avanço na assistência prestada a população. “Apenas o Amazonas e o Distrito Federal possuem o INSS Digital em funcionamento no Brasil inteiro. Com este projeto completamente implementado levaremos os direitos das pessoas aos locais mais distantes”, afirmou.

Programa – O INSS Digital é o novo marco do atendimento do órgão no Brasil, e que dispensa o cidadão de comparecer a uma agência para requerer benefícios. Assim, todos os 62 municípios do Amazonas ficarão cobertos com o atendimento do INSS, o que deve ampliar dos atuais 313 mil para 800 mil beneficiários.

Atualmente, a maioria dos municípios não têm agência do INSS. São apenas 27 unidades em todo o Estado, sendo sete em Manaus. Segundo o próprio instituto, o índice de benefícios pagos, de 7,7%, no Amazonas está abaixo da média nacional de 17%.

Pistas – Ainda na manhã desta segunda, os prefeitos e deputados, junto com o presidente João Campelo, discutiram uma medida para unir os municípios em prol da regulamentação das pistas de pouso do interior.

Hoje, o Amazonas possui pelo menos 11 municípios com pistas capazes para receber voos regulares, porém impedidas de funcionar por falta de registro junto aos órgãos reguladores. A proposta é criar uma ação unificada junto às prefeituras que garanta assessoria técnica para a regularização.

“Essa é mais uma das medidas logísticas que buscamos apoio da bancada federal do Amazonas para tirar os municípios do Estado do isolamento. Com ela, garantiremos que as empresas de táxi aéreo possam operar e atender as cidades com mais celeridade e dentro da lei”, completou Campelo.

 

Redação PMP 

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